segunda-feira, 11 de julho de 2016

Bálsamo


* Por Núbia Araujo Nonato do Amaral

Olho meio que triste, meio que saudosa.
Olho meio que  "suspiros" numa certeza
quase cruel da cristalização dos sentimentos
que nem sempre tem o que dizer.
Creio mesmo é nesse visgo que se desprende
quando cometo a poesia.
Ah! A poesia, bálsamo no meu ego que
maltratado  descobriu no silêncio
a paz e a doce liberdade de sonhar...


 * Poetisa, contista, cronista e colunista do Literário

Um comentário:

  1. Também quero "a doce liberdade de sonhar". Já não sonho há tempos.

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