O amargo do mel
* Por
Michelle Rachel
Doce
amor que guia
Que
destrói quem confia
De
braços abertos recebo
Um
amor que nem percebo
Corro
a passos lentos
Gritando
aos quatro ventos
A
alegria de viver e ter
Um
amor sem merecer
Meu
silêncio agora fala
Dói
em grande escala
Porque
se foi meu herói
Existe
a alegria que dói
Novidade
este amor, novo humor
Nasceu
e cresceu, como uma flor
Me
deu a vida ao chegar, me fez evoluir
Matou-me...
deixou-me o pranto ao partir
Provei
o amargo do mel
E
a doçura do fel
Quando
abracei sentimento
Infinito
até este momento
Amor:
tato, olfato, audição, visão
Passado,
já foi, não existe;
Solidão:
memórias, lamúrias, saudade, verdade
Presente,
machuca, é triste.
*
Jornalista e professora de Inglês
desde 1999. Leciona
o idioma na Faculdade Campo Limpo Paulista. Também escreve para o
jornal Palavras de Vida.
Nenhum comentário:
Postar um comentário