Minas
vazias
* Por
Evelyne Furtado
Há
lugares onde não chega a luz,
Espaços ocupados por sentimentos daninhos, Minas vazias, sem ouro, nem lume, Onde moram fantasmas de ontem e de amanhã, Hoje dificeis de enfrentar. Reajo trêmulas aos ruídos das correntes, Busco forças longe...além. Encolho-me, sobre os escuros medos, Esperando livrar-me da opressão. E quando salva, Verei o sol clarear recantos Onde reina escuridão.
Espaços ocupados por sentimentos daninhos, Minas vazias, sem ouro, nem lume, Onde moram fantasmas de ontem e de amanhã, Hoje dificeis de enfrentar. Reajo trêmulas aos ruídos das correntes, Busco forças longe...além. Encolho-me, sobre os escuros medos, Esperando livrar-me da opressão. E quando salva, Verei o sol clarear recantos Onde reina escuridão.
*
Poetisa
e cronista de Natal/RN.
Momento dramático de medo e desolação.
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