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Nós podemos.
A vitoriosa campanha do presidente norte-americano Barak Obama, que culminou com a chegada ao poder no país mais rico e poderoso do mundo, pela primeira vez na História dos EUA, de um negro, teve, como pano de fundo, um poderoso slogan, que se tornou uma espécie de mantra para todos os motivadores: “Yes, we can!”. “Sim, nós podemos!”.
Desde então, até técnico de futebol tem utilizado essa expressão para despertar o ânimo de seus atletas, em especial antes de enfrentar desafios aparentemente insuperáveis. Como toda motivação, às vezes funciona e outras não. Afinal, não existe nenhuma fórmula infalível que leve, quem quer que seja, ao sucesso. Mas que esse tipo de slogan ajuda, disso não restam muitas dúvidas.
E o que isto tem a ver conosco, do Literário? Muita coisa! Afinal, mal saímos de um processo de crise, que quase resultou na extinção do nosso projeto, e justo na ocasião em que completávamos o nosso terceiro aniversário de existência. Era coisa para desanimar o mais otimista dos otimistas. Todavia, os participantes deste empreendimento se uniram, não aceitaram liminarmente a derrota, e eis que estamos saindo da crise melhores e mais fortalecidos. Mentalizamos o “yes, we can”, que funcionou para Barak Obama. E, de fato, pudemos.
Não podemos, todavia, nos acomodar a uma situação relativamente confortável. Temos que ser ambiciosos, ousados, e ter o “céu por limite”, como este Editor destacou no texto comemorativo do terceiro aniversário do Literário. Temos, hoje, 43 seguidores fiéis, que nos acompanham em nossas edições diárias, mesmo que não se manifestem. Que tal elevarmos esse número para, digamos, cem, quando completarmos, em setembro próximo, seis meses nesta nova casa? É muito? Nem tanto!
Por exemplo, se cada um dos 43 seguidores atuais conseguir convencer mais um a também sê-lo, seremos 86. Se os novos que aderirem, fizerem o mesmo, seremos 129, e assim sucessivamente. Em pouco tempo, não haverá mais espaço para tantas adesões.
E por que fazemos tanta questão de popularizar nossa revista eletrônica literária? Porque temos a convicção de estar oferecendo o melhor em termos de Literatura. Porque estamos induzindo as pessoas a pensarem, o que é sempre saudável e bom. Porque estimulamos mais e mais leitores e se tornarem escritores, disseminando, dessa forma, arte e cultura, que abundam neste País de tanto potencial de criatividade. Está feito, portanto, o desafio. Chegaremos ao nosso objetivo? Não sei! Só posso, mesmo, apropriar-me do slogan que levou Obama ao poder e reiterar: “yes, we can”!!!!
Boa leitura.
O Editor.
A vitoriosa campanha do presidente norte-americano Barak Obama, que culminou com a chegada ao poder no país mais rico e poderoso do mundo, pela primeira vez na História dos EUA, de um negro, teve, como pano de fundo, um poderoso slogan, que se tornou uma espécie de mantra para todos os motivadores: “Yes, we can!”. “Sim, nós podemos!”.
Desde então, até técnico de futebol tem utilizado essa expressão para despertar o ânimo de seus atletas, em especial antes de enfrentar desafios aparentemente insuperáveis. Como toda motivação, às vezes funciona e outras não. Afinal, não existe nenhuma fórmula infalível que leve, quem quer que seja, ao sucesso. Mas que esse tipo de slogan ajuda, disso não restam muitas dúvidas.
E o que isto tem a ver conosco, do Literário? Muita coisa! Afinal, mal saímos de um processo de crise, que quase resultou na extinção do nosso projeto, e justo na ocasião em que completávamos o nosso terceiro aniversário de existência. Era coisa para desanimar o mais otimista dos otimistas. Todavia, os participantes deste empreendimento se uniram, não aceitaram liminarmente a derrota, e eis que estamos saindo da crise melhores e mais fortalecidos. Mentalizamos o “yes, we can”, que funcionou para Barak Obama. E, de fato, pudemos.
Não podemos, todavia, nos acomodar a uma situação relativamente confortável. Temos que ser ambiciosos, ousados, e ter o “céu por limite”, como este Editor destacou no texto comemorativo do terceiro aniversário do Literário. Temos, hoje, 43 seguidores fiéis, que nos acompanham em nossas edições diárias, mesmo que não se manifestem. Que tal elevarmos esse número para, digamos, cem, quando completarmos, em setembro próximo, seis meses nesta nova casa? É muito? Nem tanto!
Por exemplo, se cada um dos 43 seguidores atuais conseguir convencer mais um a também sê-lo, seremos 86. Se os novos que aderirem, fizerem o mesmo, seremos 129, e assim sucessivamente. Em pouco tempo, não haverá mais espaço para tantas adesões.
E por que fazemos tanta questão de popularizar nossa revista eletrônica literária? Porque temos a convicção de estar oferecendo o melhor em termos de Literatura. Porque estamos induzindo as pessoas a pensarem, o que é sempre saudável e bom. Porque estimulamos mais e mais leitores e se tornarem escritores, disseminando, dessa forma, arte e cultura, que abundam neste País de tanto potencial de criatividade. Está feito, portanto, o desafio. Chegaremos ao nosso objetivo? Não sei! Só posso, mesmo, apropriar-me do slogan que levou Obama ao poder e reiterar: “yes, we can”!!!!
Boa leitura.
O Editor.
Preciso pedir novamente a todos da minha lista a aparecerem. Sim, nós podemos!
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