Tempestades
* Por Núbia Araujo Nonato do Amaral
Caminhas desatento,
as poças se alternam
a teus pés.
Foges do vento
encolhendo-te pelos
cantos.
Um raio de sol
fura a tormenta
e beija teus olhos
mas, covarde,
ignoras seu calor.
Inconformado
com a tua
indiferença,
o céu se cobre
de cinza e
desaba sobre
ti...fustigando-te
sem pena.
Por fim,
despertas e
piscando entre
lágrimas, te dás
conta de que as
tempestades
passam.
* Poetisa, contista, cronista e colunista do Literário
* Por Núbia Araujo Nonato do Amaral
Caminhas desatento,
as poças se alternam
a teus pés.
Foges do vento
encolhendo-te pelos
cantos.
Um raio de sol
fura a tormenta
e beija teus olhos
mas, covarde,
ignoras seu calor.
Inconformado
com a tua
indiferença,
o céu se cobre
de cinza e
desaba sobre
ti...fustigando-te
sem pena.
Por fim,
despertas e
piscando entre
lágrimas, te dás
conta de que as
tempestades
passam.
* Poetisa, contista, cronista e colunista do Literário
Lindo poema Núbia!
ResponderExcluirAliás, como tudo que você escreve.
E saber que as tempestades passam, o coração desta criatura, incorrigivelmente romântica, sempre sujeita a elas.
Abraço grande.
Obrigada Marleuza.
ResponderExcluirOs românticos sofrem...rsrsr
Abração
Sempre faço uma pausa para ler teus versos. Vale a pena. Abs.
ResponderExcluirTempestades,
ResponderExcluirEu analiso assim: "as poças se alternam
a teus pés." (pés: plantas)"de que as
tempestades
passam." (tempestades passam: tudo passa,mas percebe e o amor permanece)
Linda, Núbia.
Parabéns!
Boa semana para todaos.
Os grandes momentos emocionais da vida são tempestuosos,ameaçadores. A mansidão não emociona ninguém. Seria melhor se as boas tempestades não passassem jamais! Muito bem Núbia! Gostoso como um raio de sol!
ResponderExcluirMarco
ResponderExcluirMeu querido Zé
Mara
Eu me sinto "acarinhada" pela atenção
de vocês.
Beijos a todos