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Conversa de amigos
Fazer uma edição, quer de jornal ou revista, quer de rádio e televisão, é uma responsabilidade imensa. Até aí, não disse nenhuma novidade. O editor pode valorizar o material que lhe é trazido pelos repórteres e redatores e tornar interessante até o que não tenha tanto interesse assim, como pode, também, arruinar, com um trabalho desastrado e relapso, todo o esforço de uma equipe.
Executar essa tarefa sem nenhum problema de saúde, portanto, já é estressante. Afinal, não há duas edições que sejam rigorosamente iguais. Cada uma delas apresenta seus problemas, riscos e armadilhas a serem detectados e superados. Imaginem, então, editar textos e imagens com conjuntivite! Pois é o que ocorre com este editor.
O esforço tem sido imenso para, mesmo sem enxergar bem, não deixar escapar nenhuma imperfeição que arruíne a edição do Literário. Ou seja, para que não escape uma letra a mais ou a menos na digitação, algum erro de grafia ou de concordância em qualquer texto ou mesmo não haja alguma imagem fora de contexto.
“Mas isso lá é assunto para tratar num editorial?”, pode perguntar, com tom de enfado e de censura, o sujeito mau-humorado, que gosta de pôr reparos em tudo e todos. A resposta e: “sim”! Ou, talvez a mais precisa seja: “por que não?”. Essa assertiva, todavia, merece uma explicação.
O que vem a ser um editorial? É o pensamento da direção da empresa (jornal, revista, emissoras de rádio e televisão que também os têm posto que raramente, sites da internet etc.). Mesmo que não seja o dono que o redija (salvo exceções, nunca é) é este o seu significado e razão de ser. As opiniões emitidas são sempre as dos proprietários dessas organizações.
O Literário, todavia, não tem donos. Conta com um editor, é verdade, mas apenas para coordenar e viabilizar as edições, impedindo que elas se transformem em “conversa de loucos”. Seus proprietários, na verdade, são todos os participantes, no caso, colunistas e colaboradores. Trata-se de um grupo de pessoas unido por uma paixão comum, a Literatura, que, mesmo sem se conhecer pessoalmente, formou sólida e creio que indestrutível amizade.
Ora, entre amigos, não ficam bem conversas sisudas. Ninguém usa tom solene nesse tipo de bate-papo. Pelo contrário, deve imperar, sempre, a descontração, a informalidade e até um certo clima brincalhão. Ou seja, adota-se, nesses casos, um tom coloquial, em todos os assuntos tratados.
Daí, não ser impertinente, o Editor confidenciar aos amigos que está com conjuntivite. Por que não o faria? E não se trata, como os maliciosos possam entender, de justificar, previamente, alguma (ou muitas) eventual falha de edição. A paixão pela Literatura e, sobretudo, por este espaço, não permitirá que isso ocorra.
Boa leitura.
O Editor.
Fazer uma edição, quer de jornal ou revista, quer de rádio e televisão, é uma responsabilidade imensa. Até aí, não disse nenhuma novidade. O editor pode valorizar o material que lhe é trazido pelos repórteres e redatores e tornar interessante até o que não tenha tanto interesse assim, como pode, também, arruinar, com um trabalho desastrado e relapso, todo o esforço de uma equipe.
Executar essa tarefa sem nenhum problema de saúde, portanto, já é estressante. Afinal, não há duas edições que sejam rigorosamente iguais. Cada uma delas apresenta seus problemas, riscos e armadilhas a serem detectados e superados. Imaginem, então, editar textos e imagens com conjuntivite! Pois é o que ocorre com este editor.
O esforço tem sido imenso para, mesmo sem enxergar bem, não deixar escapar nenhuma imperfeição que arruíne a edição do Literário. Ou seja, para que não escape uma letra a mais ou a menos na digitação, algum erro de grafia ou de concordância em qualquer texto ou mesmo não haja alguma imagem fora de contexto.
“Mas isso lá é assunto para tratar num editorial?”, pode perguntar, com tom de enfado e de censura, o sujeito mau-humorado, que gosta de pôr reparos em tudo e todos. A resposta e: “sim”! Ou, talvez a mais precisa seja: “por que não?”. Essa assertiva, todavia, merece uma explicação.
O que vem a ser um editorial? É o pensamento da direção da empresa (jornal, revista, emissoras de rádio e televisão que também os têm posto que raramente, sites da internet etc.). Mesmo que não seja o dono que o redija (salvo exceções, nunca é) é este o seu significado e razão de ser. As opiniões emitidas são sempre as dos proprietários dessas organizações.
O Literário, todavia, não tem donos. Conta com um editor, é verdade, mas apenas para coordenar e viabilizar as edições, impedindo que elas se transformem em “conversa de loucos”. Seus proprietários, na verdade, são todos os participantes, no caso, colunistas e colaboradores. Trata-se de um grupo de pessoas unido por uma paixão comum, a Literatura, que, mesmo sem se conhecer pessoalmente, formou sólida e creio que indestrutível amizade.
Ora, entre amigos, não ficam bem conversas sisudas. Ninguém usa tom solene nesse tipo de bate-papo. Pelo contrário, deve imperar, sempre, a descontração, a informalidade e até um certo clima brincalhão. Ou seja, adota-se, nesses casos, um tom coloquial, em todos os assuntos tratados.
Daí, não ser impertinente, o Editor confidenciar aos amigos que está com conjuntivite. Por que não o faria? E não se trata, como os maliciosos possam entender, de justificar, previamente, alguma (ou muitas) eventual falha de edição. A paixão pela Literatura e, sobretudo, por este espaço, não permitirá que isso ocorra.
Boa leitura.
O Editor.
Conjuntivite é doença muito incômoda. Dentre as muitas que já tive, a pior de todas foi uma conjuntivite virótica que peguei em Fortaleza. Ainda tive a má sorte de ser examinada por um médico residente em seu primeir dia de trabalho. Então, qualquer falha já está justificada.Pedro, desejo-lhe melhoras.
ResponderExcluirNunca tive conjuntivite. Quem já teve diz que é horrível !!!
ResponderExcluirRealmente computador com conjuntive é um ato heróico , ainda mais tendo que ler tantos textos.
Melhoras, Pedro !