Ecos de um violino
* Por
Isabel Furini
repousa o velho violinista
(o violino encostado na parede)
ecoam no instrumento sonhos risonhos
sonhos de amor
sonhos sombrios
sonhos de sonhos
o velho violinista sonha com os mistérios da morte
(com bondade) a morte
abre seus olhos fechados
e ele consegue enxergar a eternidade.
* Isabel Furini é escritora e poeta
premiada, autora de “Eu quero ser escritor – a crônica”, do Instituto Memória,
Curitiba.
Muito obrigada por publicar um poema de minha autoria.
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