Ser criança
* Por Pedro J. Bondaczuk
No
dourado mundo da fantasia,
das
bolinhas de gude e das cirandas,
do
amor materno, das palavras brandas
dos
pais e mestres está a poesia
do
bom tempo (inolvidável) da infância.
É
lembrança mágica! Todos têm!
Não
se estranhe, pois, que eu tenha também.
Invejo
estes meninos à distância!
Neles
está o princípio da existência.
Da
vida são os fiéis da balança.
São
os signos do futuro na essência,
depositários
da nossa esperança.
Invejo
seus sonhos, sua inocência:
como
eu gostaria de ser criança!!!
(Soneto
composto em Campinas, em 11 de outubro de 1965).
*
Jornalista, radialista e escritor. Trabalhou na Rádio Educadora de
Campinas (atual Bandeirantes Campinas), em 1981 e 1982. Foi editor do
Diário do Povo e do Correio Popular onde, entre outras funções,
foi crítico de arte. Em equipe, ganhou o Prêmio Esso de 1997, no
Correio Popular. Autor dos livros “Por uma nova utopia” (ensaios
políticos) e “Quadros de Natal” (contos), além de “Lance
Fatal” (contos), “Cronos & Narciso” (crônicas),
“Antologia” – maio de 1991 a maio de 1996. Publicações da
Academia Campinense de Letras nº 49 (edição comemorativa do 40º
aniversário), página 74 e “Antologia” – maio de 1996 a maio
de 2001. Publicações da Academia Campinense de Letras nº 53,
página 54. Blog “O Escrevinhador” –
http://pedrobondaczuk.blogspot.com. Twitter:@bondaczuk
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