

Ferido de morte
* Por Ademir Antonio Bacca
me deixe quieto
no meu canto
não toque no rádio
não mexa na ferida
nem provoque o sonho
deixe a noite
acontecer sem pressa
não fale meu nome
não atravesse a ponte
fique onde estás
e me deixe entregue
ao meu silêncio
hoje,
eu calo por nós dois
* Jornalista, poeta e folclorista
* Por Ademir Antonio Bacca
me deixe quieto
no meu canto
não toque no rádio
não mexa na ferida
nem provoque o sonho
deixe a noite
acontecer sem pressa
não fale meu nome
não atravesse a ponte
fique onde estás
e me deixe entregue
ao meu silêncio
hoje,
eu calo por nós dois
* Jornalista, poeta e folclorista

Na hora da dor maior o silêncio é um bom companheiro.
ResponderExcluir