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Novamente os mestres por acaso
* Por Seu Pedro
Não aprovo governos que desgovernam os serviços essenciais, e com isso arranham os direitos do cidadão. E a formação educacional do cidadão é um deles. Ela já anda péssima e a estão fazendo cada vez pior. Seria ótimo se enxergássemos pela ótica da Rainha Vitória, que achava que quando mais burro o povo, mais obediente. Nem sempre. Ás vezes o burro empaca na beira do lago, principalmente do Lago Paranoá!
Também não aprovo pessoas que, entre enorme maioria, disputem uma vaga em uma instituição de ensino público e se por acaso são aprovadas deixam de vender cocadas na calçada da escola. Ganham a honra de mestres. Que mestres são estes que não sabem driblar uma crise, que se sentem sempre com direitos e poucos deveres, e por isto deixam seus alunos sem deveres de sala ou de casa?!
Novamente eles estão por ai; deixando as escolas vazias e as ruas cheias de faixas. Então perco a calma, pois tenho uma filha na sexta sério do fundamental, e é fundamental que aprenda, e para isto pago meus impostos, para que governo pague aos seus professores.
Estão sendo injustos comigo, pois procuro cumprir o papel de pai, até imprimindo “pesquisas” que nenhum aluno lê, e professor pior ainda. Mas que valem ponto, mesmo sem nenhum valor.
Meus filhos não me estressam, e creio que a ninguém, mas eu, na qualidade de diabético, operado do coração, comprador de caderneta no armazém, me estresso a cada anúncio de paralisação. Depois reclamam que os hospitais estão cheios. Pudera, saem às ruas gritando para arrebentar nossos tímpanos! E ainda por cima implicam com os políticos que estão com obras de suas pequenas mansões, a maioria eleita por eles, os vermelhos. “Cadê o piso?”, ficam perguntando.
(*) Seu Pedro é o jornalista Pedro Diedrichs, editor do jornal Vanguarda, de Guanambi, Bahia.
* Por Seu Pedro
Não aprovo governos que desgovernam os serviços essenciais, e com isso arranham os direitos do cidadão. E a formação educacional do cidadão é um deles. Ela já anda péssima e a estão fazendo cada vez pior. Seria ótimo se enxergássemos pela ótica da Rainha Vitória, que achava que quando mais burro o povo, mais obediente. Nem sempre. Ás vezes o burro empaca na beira do lago, principalmente do Lago Paranoá!
Também não aprovo pessoas que, entre enorme maioria, disputem uma vaga em uma instituição de ensino público e se por acaso são aprovadas deixam de vender cocadas na calçada da escola. Ganham a honra de mestres. Que mestres são estes que não sabem driblar uma crise, que se sentem sempre com direitos e poucos deveres, e por isto deixam seus alunos sem deveres de sala ou de casa?!
Novamente eles estão por ai; deixando as escolas vazias e as ruas cheias de faixas. Então perco a calma, pois tenho uma filha na sexta sério do fundamental, e é fundamental que aprenda, e para isto pago meus impostos, para que governo pague aos seus professores.
Estão sendo injustos comigo, pois procuro cumprir o papel de pai, até imprimindo “pesquisas” que nenhum aluno lê, e professor pior ainda. Mas que valem ponto, mesmo sem nenhum valor.
Meus filhos não me estressam, e creio que a ninguém, mas eu, na qualidade de diabético, operado do coração, comprador de caderneta no armazém, me estresso a cada anúncio de paralisação. Depois reclamam que os hospitais estão cheios. Pudera, saem às ruas gritando para arrebentar nossos tímpanos! E ainda por cima implicam com os políticos que estão com obras de suas pequenas mansões, a maioria eleita por eles, os vermelhos. “Cadê o piso?”, ficam perguntando.
(*) Seu Pedro é o jornalista Pedro Diedrichs, editor do jornal Vanguarda, de Guanambi, Bahia.
Que a greve se resolva e não perturbe mais a sua saúde.
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