Até breve
* Por Núbia Araujo Nonato do Amaral
Estava eu
num belo dia com aquela dorzinha de dar nó no peito e sempre que estou assim
penso nela. Pedi a Papai do Céu que me concedesse uma lembrança, um sonho que
fosse e nada.
Toquei a
vida e segui na lida. Conformada estava. Nas horas vagas distraindo-me ou
irritando-me na internet, fui agraciada com um bálsamo: uma oração que minha
mãe havia escrito e dado de presente à minha prima. Foi o jeito que ela
encontrou para estar conosco e para que soubéssemos que estamos em sintonia e
de que nos veremos em breve.
Desatei
do meu peito o tal nó e respirei e respirei e respirei.. O amor verdadeiro
segue seu rumo, escala colinas, derruba muros...
* Poetisa, contista, cronista e colunista do
Literário
Espero que não seja para tão breve assim, mas para depois de depois.
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