segunda-feira, 27 de maio de 2013

Até breve

* Por Núbia Araujo Nonato do Amaral


Estava eu num belo dia com aquela dorzinha de dar nó no peito e sempre que estou assim penso nela. Pedi a Papai do Céu que me concedesse uma lembrança, um sonho que fosse e nada.

Toquei a vida e segui na lida. Conformada estava. Nas horas vagas distraindo-me ou irritando-me na internet, fui agraciada com um bálsamo: uma oração que minha mãe havia escrito e dado de presente à minha prima. Foi o jeito que ela encontrou para estar conosco e para que soubéssemos que estamos em sintonia e de que nos veremos em breve.

Desatei do meu peito o tal nó e respirei e respirei e respirei.. O amor verdadeiro segue seu rumo, escala colinas, derruba muros...

 * Poetisa, contista, cronista e colunista do Literário



Um comentário:

  1. Espero que não seja para tão breve assim, mas para depois de depois.

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