
Sonhos e vermelhos
* Por Eduardo Pragmácio Filho
O outro lado da janela esconde
sonhos e vermelhos,
protegidos por paredes brancas
a sustentar o teto mais que perfeito.
O vidro separa o olho
do beijo,
quando a moldura escura envolve
o jeito invisível de pensar.
O verso empalhado
revela o único desejo:
é o início do beijo,
sem boca, sem língua,
do abraço sem braços,
da lágrima sem choro.
o outro lado da janela esconde
sonhos e vermelhos,
verbos sem conjugação, palavras sem sentido,
às vezes substantivos,
como se fossem em vão.
(Do livro “Oblívio da ilusão”, Editora Imprece – Impressora do Ceará – Edições Poetária – Fortaleza/CE).
* Poeta de Fortaleza/CE
* Por Eduardo Pragmácio Filho
O outro lado da janela esconde
sonhos e vermelhos,
protegidos por paredes brancas
a sustentar o teto mais que perfeito.
O vidro separa o olho
do beijo,
quando a moldura escura envolve
o jeito invisível de pensar.
O verso empalhado
revela o único desejo:
é o início do beijo,
sem boca, sem língua,
do abraço sem braços,
da lágrima sem choro.
o outro lado da janela esconde
sonhos e vermelhos,
verbos sem conjugação, palavras sem sentido,
às vezes substantivos,
como se fossem em vão.
(Do livro “Oblívio da ilusão”, Editora Imprece – Impressora do Ceará – Edições Poetária – Fortaleza/CE).
* Poeta de Fortaleza/CE

Parabéns, Eduardo, pelo poema de máxima inspiração e cheio de imagens tocantes, o que o faz ressoar no leitor muito tempo depois da leitura, em demoradas reflexões.
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