quarta-feira, 17 de março de 2010




Eterno mistério

* Por José Geraldo Mendonça Junior (Penninha)

O amor é coisa de encanto
Uma semente a germinar
Crescer, florir, frutificar
Tipo primavera.

O amor é coisa finita, bonita
Eterno mistério, uma luz que se apaga
Quando acaba o encanto.


Do livro Antologia de Poesia, Contos e Crônicas “No Limite da Palavra” - Scortecci Editora, lançado em 2004.


* José Geraldo Mendonça Júnior ou Penninha, como é conhecido literariamente, nasceu em Montes Claros (MG). É economista, trabalha na Diretoria do Hospital Universitário Clemente de Faria, da Universidade Estadual de Montes Claros - UNIMONTES. Participou dos livros “Antologia de Poesia, Contos e Crônicas” – Palavras Escolhidas, No Limite da Palavra, Elo de Palavras e Enigmas de Amor, da Scortecci Editora, em 2003, 2004, 2008 e 2009. Colaborador do Salão Nacional de Poesia Psiu Poético, em Montes Claros.

2 comentários:

  1. Já vi uma bela comparação do amor
    com flores.
    Se for um girassol o amor é forte, resistente
    mas se for uma orquídea, é um amor melindroso
    que vai te exigir muita dedicação...mas se ambos
    tem estrutura...vigora, viceja.

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  2. A cada dia me apaixono mais pelo amor e pelo seu jeito "fácil" de fazer poesia e encantar.

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