
Propostas de ampliação
Recebemos, nos últimos dias, várias sugestões e propostas para a ampliação da nossa revista literária diária. Tais manifestações suscitam algumas ponderações.
A primeira (e principal): isso tudo deveria ser exposto pelos próprios proponentes, no espaço de comentários do Literário. Vários leitores parecem, ainda, um tanto inibidos em se manifestar. E não é para menos. Temem cometer gafes neste cenáculo de letras e de cultura, legítima casa dos escritores. Pequenos erros, todavia, serão perdoados. Ninguém irá notar, pois todos os cometemos.
Sugestões e propostas, portanto, têm que ser expostos pelos próprios autores, até para que o editor não precise se transformar num “eco”, que fique repetindo, e repetindo e repetindo o que poderia ser expressado uma única vez.
A segunda ponderação é a de que, as edições da semana são intocáveis. É o espaço sagrado dos colunistas, razão de ser da existência do Literário. Eles é que são os astros e estrelas desta revista e ninguém mais. E continuarão sendo.
Mudanças vão acontecer, sim. Mas no seu devido tempo. Por enquanto, a tarefa que nos desafia e mobiliza é a de tomar pé da nova situação surgida com a mudança de endereço, conseguir centenas, quiçá milhares de adesões e acostumar o leitor ao nosso novo visual.
A terceira ponderação é a de que, no devido tempo, todas as sugestões e propostas serão acatadas e consubstanciadas em atos. Novas seções serão, de fato, criadas, num futuro próximo, nas edições dos sábados. As mais viáveis são, pela ordem:
a) Uma seção de teatro, reproduzindo peças de nossos colaboradores e trazendo a programação teatral Brasil afora (já que a nossa abrangência é nacional e não apenas regional). Justifica-se essa providência. Afinal, teatro é um dos gêneros literários e dos mais difíceis. Tempos atrás, tínhamos dois especialistas na matéria: Leandro Barbieri e o verdadeiro idealizador do Literário, José Paulo Lanyi (nós, apenas, nos limitamos a viabilizar seu projeto). Atualmente, não contamos com nenhum. Vamos procurar manter contato com algum que queira aderir ao nosso time.
b) Uma seção destinada a roteiros de cinema. “Mas isso é literatura?”, perguntarão, atônitos, alguns. É, e de primeiríssima linha. Muitos romances, que se tornaram best-sellers, foram escritos, originalmente, como roteiros cinematográficos. Trata-se, pois, de um gênero que não pode ficar de fora de uma revista como a nossa. A idéia, inclusive, é a de dar algumas indicações de como escrever um roteiro que preste.
c) Uma seção destinada ao jornalismo de TV. Destaque-se que o Literário nasceu, originalmente, como espaço para jornalistas que fazem literatura. Nada mais justo, portanto, que haja uma seção destinada a abordar os sucessos (e fracassos, por que não) dos que trazem diariamente aos nossos lares tudo o que se passa no mundo.
Reitero, no entanto, que essas mudanças vão exigir um certo período de maturação. Serão implantadas paulatinamente, à medida que aparecerem especialistas dessas áreas interessados em aderir a esse nosso bando de Quixotes (ou de loucos, como queiram).
Boa leitura!
O Editor.
Recebemos, nos últimos dias, várias sugestões e propostas para a ampliação da nossa revista literária diária. Tais manifestações suscitam algumas ponderações.
A primeira (e principal): isso tudo deveria ser exposto pelos próprios proponentes, no espaço de comentários do Literário. Vários leitores parecem, ainda, um tanto inibidos em se manifestar. E não é para menos. Temem cometer gafes neste cenáculo de letras e de cultura, legítima casa dos escritores. Pequenos erros, todavia, serão perdoados. Ninguém irá notar, pois todos os cometemos.
Sugestões e propostas, portanto, têm que ser expostos pelos próprios autores, até para que o editor não precise se transformar num “eco”, que fique repetindo, e repetindo e repetindo o que poderia ser expressado uma única vez.
A segunda ponderação é a de que, as edições da semana são intocáveis. É o espaço sagrado dos colunistas, razão de ser da existência do Literário. Eles é que são os astros e estrelas desta revista e ninguém mais. E continuarão sendo.
Mudanças vão acontecer, sim. Mas no seu devido tempo. Por enquanto, a tarefa que nos desafia e mobiliza é a de tomar pé da nova situação surgida com a mudança de endereço, conseguir centenas, quiçá milhares de adesões e acostumar o leitor ao nosso novo visual.
A terceira ponderação é a de que, no devido tempo, todas as sugestões e propostas serão acatadas e consubstanciadas em atos. Novas seções serão, de fato, criadas, num futuro próximo, nas edições dos sábados. As mais viáveis são, pela ordem:
a) Uma seção de teatro, reproduzindo peças de nossos colaboradores e trazendo a programação teatral Brasil afora (já que a nossa abrangência é nacional e não apenas regional). Justifica-se essa providência. Afinal, teatro é um dos gêneros literários e dos mais difíceis. Tempos atrás, tínhamos dois especialistas na matéria: Leandro Barbieri e o verdadeiro idealizador do Literário, José Paulo Lanyi (nós, apenas, nos limitamos a viabilizar seu projeto). Atualmente, não contamos com nenhum. Vamos procurar manter contato com algum que queira aderir ao nosso time.
b) Uma seção destinada a roteiros de cinema. “Mas isso é literatura?”, perguntarão, atônitos, alguns. É, e de primeiríssima linha. Muitos romances, que se tornaram best-sellers, foram escritos, originalmente, como roteiros cinematográficos. Trata-se, pois, de um gênero que não pode ficar de fora de uma revista como a nossa. A idéia, inclusive, é a de dar algumas indicações de como escrever um roteiro que preste.
c) Uma seção destinada ao jornalismo de TV. Destaque-se que o Literário nasceu, originalmente, como espaço para jornalistas que fazem literatura. Nada mais justo, portanto, que haja uma seção destinada a abordar os sucessos (e fracassos, por que não) dos que trazem diariamente aos nossos lares tudo o que se passa no mundo.
Reitero, no entanto, que essas mudanças vão exigir um certo período de maturação. Serão implantadas paulatinamente, à medida que aparecerem especialistas dessas áreas interessados em aderir a esse nosso bando de Quixotes (ou de loucos, como queiram).
Boa leitura!
O Editor.

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