
Iceberg
* Por Ademir Antonio Bacca
o que escondo
nem sempre é
a minha parte
mais perigosa
um bloco de ternura
hiberna
há muitos invernos
submerso em mim
à espera
de tantos reencontros
* Jornalista, poeta e folclorista
* Por Ademir Antonio Bacca
o que escondo
nem sempre é
a minha parte
mais perigosa
um bloco de ternura
hiberna
há muitos invernos
submerso em mim
à espera
de tantos reencontros
* Jornalista, poeta e folclorista

E eu acredito. Há primaveras insuspeitáveis, até mesmo inconfessáveis, no nosso íntimo. Quanto tesouro, quanta fortuna, a humanidade guarda, sem saber, sem sequer suspeitar!, nos seus desvãos. Parabéns. Lindo poema!
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