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Esperança
* Por Evelyne Furtado
Em uma tarde em que o calor paralisa o vento e a alma, assim como o corpo, sente saudade, ela contempla lembranças de um ano febril.
Fiel aos sentidos, acentua ou minimiza fatos, conforme as atuais sensações. Também separa a vida da imaginação.
Em gestos que lhe exigem certo esforço ela rasga, guarda, apaga, ressalta, esquece e lembra o que é para ser lembrado.
Já é quase noite, quando aliviando o cansaço, ela prepara um banho com arruda, sal grosso e esperança.
* Poetisa e cronista de Natal/RN
* Por Evelyne Furtado
Em uma tarde em que o calor paralisa o vento e a alma, assim como o corpo, sente saudade, ela contempla lembranças de um ano febril.
Fiel aos sentidos, acentua ou minimiza fatos, conforme as atuais sensações. Também separa a vida da imaginação.
Em gestos que lhe exigem certo esforço ela rasga, guarda, apaga, ressalta, esquece e lembra o que é para ser lembrado.
Já é quase noite, quando aliviando o cansaço, ela prepara um banho com arruda, sal grosso e esperança.
* Poetisa e cronista de Natal/RN
Deletar as coisas ruins que de nada servirão.
ResponderExcluirTirar proveito de outras para não repetir os
erros. Acreditar na renovação da alma.
Adorei!
Beijos
Fazer na mente o que se pode fazer no armário: uma limpeza largando dentro apenas o essencial. Ah, que vontade tenho de simplificar a minha vida. E em suas palavras parece tão simples Evelyne.
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