Dorminhoco
* Por Eduardo Oliveira Freire
Todos tentavam acordá-lo para tomar café, mas ele continuar a dormir. Um
dia, não mais o incomodaram.
Quando a fome veio, o dorminhoco despertou e casa estava vazia. Chamou
alguns nomes e nada. Abriu a porta de casa e só havia ruínas. De repente,
sentiu-se observado.
Trancou a porta e retornou para cama.
“ Quem sabe me chamam para o almoço."
* Eduardo Oliveira
Freire é formado em Ciências Sociais pela Universidade Federal Fluminense,
com Pós Graduação em Jornalismo Cultural na Estácio de Sá e é aspirante a
escritor
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