Vento
* Por
Núbia Araújo Nonato do Amaral
Há
vento que leva.
Há vento que traz.
Há vento que semeia,
outros espalham no tempo,
pedaços do que poderia ter sido.
No meu tanto de vento
recolhi sementes, e no meu
pedaço do que poderia ter sido,
que parece nome de flor,
floresceu um bem querer,
com pitadas de amor.
A muda já deu galho,
deu folha e até flor.
Há vento que traz.
Há vento que semeia,
outros espalham no tempo,
pedaços do que poderia ter sido.
No meu tanto de vento
recolhi sementes, e no meu
pedaço do que poderia ter sido,
que parece nome de flor,
floresceu um bem querer,
com pitadas de amor.
A muda já deu galho,
deu folha e até flor.
P.S:
Dedico este poema aos meus irmãos, trabalhadores desta Seara
abençoada que nos permite através da solidariedade e amor ao
próximo, caminharmos juntos ao nosso Mestre Jesus Cristo.
*
Poetisa, contista, cronista e colunista do Literário.
Como é bom ver uma muda crescer, prosperar, especialmente se ela se chama amor.
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