segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Porvir


* Por Núbia Araujo Nonato do Amaral

Sigo num mundo onde
eu mesma me desconheço.
Com um sacudir de ombros
ameaço minha existência e
meu porvir.
Busco uma lógica, uma razão.
Equivoco-me sempre quando
tento conjugar o verbo.
Respiro fundo e começo
Tudo de novo...


 * Poetisa, contista, cronista e colunista do Literário

Um comentário:

  1. Como as ondas do mar, num eterno ir e vir, num imenso recomeçar.

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