Arco-íris das dores
* Por
Samuel C. da Costa
Para Luana D’Oliveira
Envolto em um mundo liquefeito
O metro brotou da pena do Brado
Correu metrificado das páginas em branco
Ganhou vida
Criou asas
Voou
livremente mundo afora
Transmutou-se em...
Um rio de lava incandescente
Correu furiosamente para o mar
Para jazer em ouvidos surdos
A perde-se em mentes vazias
Na
pós-modernidade
Na realidade líquida pós-moderna
Acima de um oceano de lágrimas
Brilha um
arco-íris de dores
Pois poeta morreu de amores
Pela musa sagrada
Afogado em lágrimas secretas
O Aedo jaz solitário...
Na estante virtual!
Também jazem no mundo imaterial
A arte e a poesia
A musa santificada
O estro!
Jazem unidos na contemporaneidade atroz
Em um ‘’super-mercado’’ irreal...
Que vende
palavras.
*
Poeta de Itajaí/SC
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