Os
quarentões em perigo
* Por
Pedro César Alves
É
engraçado como as coisas acontecem. A vida passa, e passa de maneira
tão rápida que, quando acordamos, não temos mais vinte anos, mas o
dobro! Ou até mais.
Ao acordarmos, sentimos que estamos envelhecendo e, ao mesmo tempo, precisando de um ombro amigo (a) – principalmente quando se mora praticamente sozinho. Podem até dizer: ‘Ele tem um filho que mora com ele…’ – realmente, mas, o tempo passa… Ele cresceu. Bateu asas…
E, ao bater asas, sinto-me perdido (dizem que é a tal da síndrome do ninho vazio – se não estiver enganado é este o termo que usam). Esta semana a minha menina está em casa (férias), o que ameniza um pouco, mas já estou a pensar nos próximos dias… Minha sorte: vou estar empenhado em falar com o público…
*Professor
e escritor, membro da UBE – União Brasileira de Escritores.
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