Sede
* Por Núbia Araujo Nonato do Amaral
Namora mais eu?
Primeiro eu pego
tua mão.
E depois?
A gente caminha
sem precisão.
Te cubro em meu
abraço se o frio de
ti se aproximar.
Te dou a Lua e o
Sol, as estrelas, o
girassol.
Roubo de ti um beijo
enquanto finges que
te assustas.
Caso te zangues baixo
meus olhos e imploro
perdão.
Carece não, da tua boca
quero moradia, estar
sempre por perto quando
a sede me pegar desprevenida.
Primeiro eu pego
tua mão.
E depois?
A gente caminha
sem precisão.
Te cubro em meu
abraço se o frio de
ti se aproximar.
Te dou a Lua e o
Sol, as estrelas, o
girassol.
Roubo de ti um beijo
enquanto finges que
te assustas.
Caso te zangues baixo
meus olhos e imploro
perdão.
Carece não, da tua boca
quero moradia, estar
sempre por perto quando
a sede me pegar desprevenida.
* Poetisa, contista, cronista e colunista do
Literário
O amor em tempo de cólera ao lado do namoro em tempo de restrição hídrica.
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