terça-feira, 12 de novembro de 2013

Memorando de fogo

* Por Carmo Vasconcelos

Sobre a película gasta e difusa
deste filme, saturado
das legendas absurdas da existência,
gravo, dia -a -dia,
com dedos acesos de sangue,
um memorando de fogo:
“Que de mim nunca se apaguem…
a ousadia de comediar o drama,
a coragem de manipular carências,
a audácia de exorcizar memórias,
a volúpia de reexperimentar o amor,
a sedução de reinventar poemas!”

* Poetisa portuguesa


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