Siesta
* Por
Evelyne Furtado
Ante a ansiedade que
me vem ao constatar que nada sei nessa vastidão de informações que o mundo
moderno nos “oferece", penso na sabedoria das pessoas mais simples.
Quanto saber viver há
naquele homem e naquela mulher que acordam ao nascer do sol, trabalham o
necessário para comer e amam sem teorias, sem questionamentos!
Longe de mim desdenhar
dos cientistas, dos intelectuais, dos gênios. Sou grata aos avanços, sou
devedora de quem deixa tesouros à humanidade, em palavras, ações ou melodias.
Hoje, porém, quero
reverenciar a pureza e a sabedoria do ser humano simples, que se satisfaz em
conhecer a natureza e o criador.
*
Poetisa e cronista de Natal/RN.
O retorno ao simples é um desejo comum esporádico. Depois acabamos voltando a ciência. Poucos são loucos de se abdicar dela, especialmente a medicina tecnológica.
ResponderExcluir