Menino das samaumas
* Por
Alberto Cohen
Eu sou o mesmo menino
de um tempo de samaumas.
Os olhos arregalados
para as surpresas do mundo
e um coração que ainda espera
aquela afeição mais terna
trazida pelo absurdo.
Vigilante de uma história,
de um presente muito antigo,
sou de um tempo que não corre,
de uma gente que não morre,
que dorme e acorda comigo
* Poeta
paraense
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