Prece
* Por
Pedro J. Bondaczuk
Senhor, aos Seus pés eu me prostro, penitente,
enquanto esta luz do céu suavemente desce,
para Lhe agradecer pela vida, somente,
nesta humílima e fervorosa prece.
Meu Senhor, mesmo em não agindo com prudência,
Sua mão protetora, Seu olhar amigo,
Seu amor paternal, de infinita clemência,
sempre me protegem, livram-me de perigo.
Nesta noite de Natal, de tanta alegria,
agradeço-Lhe, com genuína emoção,
pela dádiva generosa deste dia
e por tanta paz, nesta hora de vigília.
Às minhas faltas, dá-me, Senhor, Seu perdão!
Peço-lhe, contrito: abençoe esta família!
(Soneto composto em Campinas, em 25 de dezembro de
2007).
*
Jornalista, radialista e escritor. Trabalhou na Rádio Educadora de Campinas
(atual Bandeirantes Campinas), em 1981 e 1982. Foi editor do Diário do Povo e
do Correio Popular onde, entre outras funções, foi crítico de arte. Em equipe,
ganhou o Prêmio Esso de 1997, no Correio Popular. Autor dos livros “Por uma
nova utopia” (ensaios políticos) e “Quadros de Natal” (contos), além de “Lance
Fatal” (contos), “Cronos & Narciso” (crônicas), “Antologia” – maio de 1991
a maio de 1996. Publicações da Academia Campinense de Letras nº 49 (edição
comemorativa do 40º aniversário), página 74 e “Antologia” – maio de 1996 a maio
de 2001. Publicações da Academia Campinense de Letras nº 53, página 54. Blog “O
Escrevinhador” – http://pedrobondaczuk.blogspot.com. Twitter:@bondaczuk
Não o imaginava assim tão contrito.
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