Afrodite
* Por
Thereza Rocque da Motta
Redesenho
o sopro fácil e diurno:
dias antigos e alongados
em tua forma, hoje, de ser amado
– por que amado? – e ser tão difuso
quanto a retina de teus olhos.
Meu sonho, poeta, é minha sina,
pecado mortal, pecado carnal, pecado nenhum.
*
Poetisa, advogada e tradutora
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