Poema ao guerreiro
* Por Clóvis
Campêlo
Para
Ernesto "Che" Guevara
Toxina
capitalista
caindo no precipício
de uma garganta profunda.
Ente revolucionário
morrendo à beira do mangue
de susto, de bala e vício.
No fim, apenas o início
de uma alegria que inunda
e estanca o sangue na lama
enquanto a vida derrama.
caindo no precipício
de uma garganta profunda.
Ente revolucionário
morrendo à beira do mangue
de susto, de bala e vício.
No fim, apenas o início
de uma alegria que inunda
e estanca o sangue na lama
enquanto a vida derrama.
*
Poeta, jornalista e radialista
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