sábado, 16 de março de 2013


Poema ao guerreiro

* Por Clóvis Campêlo

Para Ernesto "Che" Guevara

Toxina capitalista
caindo no precipício
de uma garganta profunda.

Ente revolucionário
morrendo à beira do mangue
de susto, de bala e vício.

No fim, apenas o início
de uma alegria que inunda
e estanca o sangue na lama
enquanto a vida derrama.

* Poeta, jornalista e radialista

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