O
anjo
* Por
Talis Andrade
O anjo esteve aqui
no sono, na morte
o anjo me enfrenta
com suas armas de luz
Não
sei o que pretende.
Escuto suas asas
debaterem-se feridas
na noite sem fim
Escuto suas asas
debaterem-se feridas
na noite sem fim
Os
gritos do anjo
doem-me os ouvidos
( é um distante clamor )
e suo e estrebucho
no estertor da luta
da luta sem fim.
doem-me os ouvidos
( é um distante clamor )
e suo e estrebucho
no estertor da luta
da luta sem fim.
*
Jornalista,
poeta, professor de Jornalismo e Relações Públicas e bacharel em
História. Trabalhou em vários dos grandes jornais do Nordeste, como
a sucursal pernambucana do “Diário da Noite”, “Jornal do
Comércio” (Recife), “Jornal da Semana” (Recife) e “A
República” (Natal). Tem 11 livros publicados, entre os quais o
recém-lançado “Cavalos da Miragem” (Editora Livro Rápido).
Nenhum comentário:
Postar um comentário