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Migração
* Por Yeda Prates Bernis
Chegas do poema de Prévert
impregnado de sortilégios.
Não te batizo
de canário ou pintassilgo:
pouco importa teu nome
se qualquer substantivo pesa sobre tua
leveza de pensamento puro,
estás acima de todas as palavras.
E te enfeitiço com manhãs de abril,
te ilumino em ouro e canto,
te celebro a inocência.
Viajo em teu enigma,
vislumbro o azul em teus andares,
te alimento com sementes de amplidão,
e te pouso, com cuidado,
na gaiola aberta
deste poema.
(Do livro Cantata -Antologia Poética -Edição da Autora, 2004)
* Poetisa
* Por Yeda Prates Bernis
Chegas do poema de Prévert
impregnado de sortilégios.
Não te batizo
de canário ou pintassilgo:
pouco importa teu nome
se qualquer substantivo pesa sobre tua
leveza de pensamento puro,
estás acima de todas as palavras.
E te enfeitiço com manhãs de abril,
te ilumino em ouro e canto,
te celebro a inocência.
Viajo em teu enigma,
vislumbro o azul em teus andares,
te alimento com sementes de amplidão,
e te pouso, com cuidado,
na gaiola aberta
deste poema.
(Do livro Cantata -Antologia Poética -Edição da Autora, 2004)
* Poetisa
Sua poesia é um belo
ResponderExcluirpresente.
Linda Yeda.
Parabéns
Bonito, chique e complexo. Pela embalagem e conteúdo, imagino como deve ser a pessoa que inspirou tudo isso.
ResponderExcluirMaravilha de texto!
ResponderExcluirBeijos