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Palácio da Boa Vista
* Por Clóvis Campêlo
O Palácio da Boa Vista (Schoonzit, em holandês) foi construído por Maurício de Nassau, em 1643, no Recife, e era destinado ao seu repouso e lazer. Ficava situado às margens do Rio Capibaribe, na Ilha de Antônio de Vaz, atual bairro de Santo Antônio, no local onde hoje se encontra o Convento do Carmo. O nome Boa Vista foi colocado por Nassau devido à bela paisagem que podia ser contemplada de qualquer ponto do palácio.
Voltado para o poente, o edifício possuía características da arquitetura portuguesa, com linhas horizontais predominantes, telhados baixos de quatro águas e pequenas janelas quadradas. A influência holandesa se fazia notar nos quatro bastiões com telhados afunilados e na flecha do torreão com bandeira.
No centro do edifício, na parte de trás, erguia-se outro prédio, também quadrado, com dois pavimentos e três janelas em cada um deles. Entre as janelas, havia a inscrição "Ano 1643" ao lado do escudo com as armas holandesas.
Diante do portão, foi construída a segunda ponte da Cidade Maurícia, a primitiva ponte da Boa Vista.
Após a expulsão dos holandeses, em 1654, a Câmara do Senado de Olinda doou o edifício aos religiosos carmelitas, que ali fundaram um hospício com uma capela e posteriormente fundaram o seu convento.
* Jornalista e poeta do Recife/PE
* Por Clóvis Campêlo
O Palácio da Boa Vista (Schoonzit, em holandês) foi construído por Maurício de Nassau, em 1643, no Recife, e era destinado ao seu repouso e lazer. Ficava situado às margens do Rio Capibaribe, na Ilha de Antônio de Vaz, atual bairro de Santo Antônio, no local onde hoje se encontra o Convento do Carmo. O nome Boa Vista foi colocado por Nassau devido à bela paisagem que podia ser contemplada de qualquer ponto do palácio.
Voltado para o poente, o edifício possuía características da arquitetura portuguesa, com linhas horizontais predominantes, telhados baixos de quatro águas e pequenas janelas quadradas. A influência holandesa se fazia notar nos quatro bastiões com telhados afunilados e na flecha do torreão com bandeira.
No centro do edifício, na parte de trás, erguia-se outro prédio, também quadrado, com dois pavimentos e três janelas em cada um deles. Entre as janelas, havia a inscrição "Ano 1643" ao lado do escudo com as armas holandesas.
Diante do portão, foi construída a segunda ponte da Cidade Maurícia, a primitiva ponte da Boa Vista.
Após a expulsão dos holandeses, em 1654, a Câmara do Senado de Olinda doou o edifício aos religiosos carmelitas, que ali fundaram um hospício com uma capela e posteriormente fundaram o seu convento.
* Jornalista e poeta do Recife/PE
Descrição clara e bem narrada
ResponderExcluira ponto de podermos visualizá-la.
Abraços
As edificações são marcos históricos por natureza. Os pernambucanos ficaram marcados para sempre pela invasão e permanência dos holandeses. É bom saber um pouco mais sobre essa parte da história.
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