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No escuro
* Por Aliene Coutinho
Hoje acordei noite
abri os olhos e nada vi.
Entorpecida e no tato
vasculhei espaços,
tropecei em camas,
esbarrei em portas,
dei de cara na parede.
Até que vi a luz pela
fresta da janela.
Aos trancos e barrancos
cheguei até onde pude me ver.
E descobri que mesmo
coberta de arranhões
sempre sobrevivo.
* Jornalista e professora de Telejornalismo
* Por Aliene Coutinho
Hoje acordei noite
abri os olhos e nada vi.
Entorpecida e no tato
vasculhei espaços,
tropecei em camas,
esbarrei em portas,
dei de cara na parede.
Até que vi a luz pela
fresta da janela.
Aos trancos e barrancos
cheguei até onde pude me ver.
E descobri que mesmo
coberta de arranhões
sempre sobrevivo.
* Jornalista e professora de Telejornalismo
Linda poesia. Fez-me lembrar das mulheres guerreiras, que mesmo empunhando armas choram
ResponderExcluirseus filhos que ficaram para trás...
beijos
Boa! O que assegura a vitória é o desejo de vencer. Parabéns.
ResponderExcluirSua poesia foi lá no fundo....
ResponderExcluirSimplesmente linda ! Tocante !
Verdadeira.
Luz, Aliene
Lindo! Há dias tão maus quanto a escuridão de uma noite sem eletricidade. Desculpe, mas lembrei também do apagão. Nenhum dos fatos tem graça, mas não consegui me esquecer disso.
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