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Paraidanga
* Por Aliene Coutinho
Metade mar,
metade cerrado.
Um pouco de areia branca da praia,
e da poeira vermelha do planalto.
Prata com a lua cheia,
Escarlate com o entardecer.
Tenho cheiro de brisa,
e de chuva depois da seca.
Tenho raízes de coqueiros,
e de ipês floridos.
Sabor de tapioca,
e de araçá,
Canto de sabiás
e de seriemas...
Pedaços distintos de brasis,
tão meus tão nossos.
“Paraidanga” sou onde estou,
e amo o que sou.
* Jornalista e professora de Telejornalismo
* Por Aliene Coutinho
Metade mar,
metade cerrado.
Um pouco de areia branca da praia,
e da poeira vermelha do planalto.
Prata com a lua cheia,
Escarlate com o entardecer.
Tenho cheiro de brisa,
e de chuva depois da seca.
Tenho raízes de coqueiros,
e de ipês floridos.
Sabor de tapioca,
e de araçá,
Canto de sabiás
e de seriemas...
Pedaços distintos de brasis,
tão meus tão nossos.
“Paraidanga” sou onde estou,
e amo o que sou.
* Jornalista e professora de Telejornalismo
Estar onde o seu coração vive em paz
ResponderExcluiré estar onde se ama.
Abraços
O poema é ainda mais bonito do que Paraidanga, mesmo que lá seja, e não duvido, um lugar para nunca se esquecer. Um mix de cerrado e praia dá poema, e pode até mesmo dar samba.
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