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Inversão de valores no Brasil
*Por José Calvino de Andrade Lima
Continua ocorrendo no nosso País uma inversão de valores de fazer vergonha aos que têm caráter. Na ditadura militar, muitos políticos e religiosos queriam militarizar-se, mas devido à idade, apelavam para os parentes ou amigos fardados. Época dos araques, alcaquetes, informantes e dos milicos.
Hoje, o país está muito longe de chegar à democracia digna do nome. Vejamos a quantidade de defensores da Pátria candidatos... Muitos deles, militares e policiais, prometem Deus e o mundo! Hipocritamente, saúde e segurança. Alguns até da então conhecida linha dura. Será que o povo gostou dos 20 anos de ditadura? Os órgãos de imprensa seriam manipulados pelo sistema.
Dá a entender que sim, pois não está no gibi a quantidade de politiqueiros no Brasil. Chegou ao ponto de o povo dizer: Só Jesus Cristo nos salva.
No panorama político-eleitoral, tenho saudade do tempo em que os eleitores escreviam nas chapas o nome dos seus candidatos preferidos. Nos anos 50, na cidade de Jaboatão dos Guararapes, a maioria do eleitorado votou num bode chamado Cheiroso. Foi um sucesso. O município era conhecido como Moscouzinho devido à sua tendência política vermelha. Agora na eleição que se aproxima, se ainda fossem as chapas, ia então escrever sanguessugas ou chupa-cabras.
* Formado em comunicações internacionais, escritor, teatrólogo, poeta, compositor, membro da União Brasileira de Escritores, UBE-PE e rei do Maracatu Barco Virado. Como escritor e poeta, tem trabalhos publicados nos jornais: Diário de Pernambuco, Jornal do Commercio, Folha de Pernambuco e em vários sites... Tem 11 títulos publicados, todas edições esgotadas. Em 2007, integrou-se na Antologia (Poetas Independentes).
*Por José Calvino de Andrade Lima
Continua ocorrendo no nosso País uma inversão de valores de fazer vergonha aos que têm caráter. Na ditadura militar, muitos políticos e religiosos queriam militarizar-se, mas devido à idade, apelavam para os parentes ou amigos fardados. Época dos araques, alcaquetes, informantes e dos milicos.
Hoje, o país está muito longe de chegar à democracia digna do nome. Vejamos a quantidade de defensores da Pátria candidatos... Muitos deles, militares e policiais, prometem Deus e o mundo! Hipocritamente, saúde e segurança. Alguns até da então conhecida linha dura. Será que o povo gostou dos 20 anos de ditadura? Os órgãos de imprensa seriam manipulados pelo sistema.
Dá a entender que sim, pois não está no gibi a quantidade de politiqueiros no Brasil. Chegou ao ponto de o povo dizer: Só Jesus Cristo nos salva.
No panorama político-eleitoral, tenho saudade do tempo em que os eleitores escreviam nas chapas o nome dos seus candidatos preferidos. Nos anos 50, na cidade de Jaboatão dos Guararapes, a maioria do eleitorado votou num bode chamado Cheiroso. Foi um sucesso. O município era conhecido como Moscouzinho devido à sua tendência política vermelha. Agora na eleição que se aproxima, se ainda fossem as chapas, ia então escrever sanguessugas ou chupa-cabras.
* Formado em comunicações internacionais, escritor, teatrólogo, poeta, compositor, membro da União Brasileira de Escritores, UBE-PE e rei do Maracatu Barco Virado. Como escritor e poeta, tem trabalhos publicados nos jornais: Diário de Pernambuco, Jornal do Commercio, Folha de Pernambuco e em vários sites... Tem 11 títulos publicados, todas edições esgotadas. Em 2007, integrou-se na Antologia (Poetas Independentes).
Ih Zé...a coisa tá feia.
ResponderExcluirTenho recebido tantos textos e links...
Estou ficando cansada até...como diria o meu avõ:
Quando pararem de endossar esses dircursos..
Um povo que não exerce a sua "voz" e se deixa levar
pelo comodismo...
Mas. ainda assim creio nas mudanças(as que possam favorecer o coletivo).
Beijos Zé.
Bom relembrar esses fatos Calvino, porque tem gente que ou se esqueceu ou não sabe mesmo, e vive elogiando a ditadura.
ResponderExcluirAbraços
Minha mãe me contava que na hora de votar os mais espertos tomavam as cédulas de votação, que já vinham de casa, dos chegantes mais simplórios. Muitos nem sabiam em quem estavam votando. Com todos os percalços, a nossa urna eletrônica é um sucesso. E sobre os amigos dos ditadores, falam em democracia sem sotaque algum, e sem mudar de cara.
ResponderExcluirPRA FRENTE BRASIL!
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