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Nota avulsa: ser negro hoje
* Por Samuel C. Costa
Quando passo
Próximo a gentil senhora pálida
Ela com o olhar em riste e a proteger
A bolsa de grife
E eu logo a dizer:
-Não minha senhora, eu não sou ladrão!
Quando a viatura passa
Têm quepe, bala e brasão...
E sou eu a dizer-lhe:
-Não! Não sei aonde estão: as drogas,
As boletas e o dragão!
E sou eu a olhar o entrevistador...
Quando a caça de emprego estou!
Ai o meu Currículum Vitae
Denúncia minha nova condição...
Balde e esfregão?
Felizmente seu moço, já não aceito não!
Pois eu hoje tenho é pós-graduação.
• Poeta em Itajaí/SC
* Por Samuel C. Costa
Quando passo
Próximo a gentil senhora pálida
Ela com o olhar em riste e a proteger
A bolsa de grife
E eu logo a dizer:
-Não minha senhora, eu não sou ladrão!
Quando a viatura passa
Têm quepe, bala e brasão...
E sou eu a dizer-lhe:
-Não! Não sei aonde estão: as drogas,
As boletas e o dragão!
E sou eu a olhar o entrevistador...
Quando a caça de emprego estou!
Ai o meu Currículum Vitae
Denúncia minha nova condição...
Balde e esfregão?
Felizmente seu moço, já não aceito não!
Pois eu hoje tenho é pós-graduação.
• Poeta em Itajaí/SC
Incontestável!
ResponderExcluirMuito obrigado amiga!
ResponderExcluirSamuel Costa