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Ao poeta
* Por Evelyne Furtado
Guardo tua poesia em mim
Guardo Itabira sim
Teu (a)mar mineiro
Tua timidez carioca
Teu despudor
Teu fim de festa.
Toda quadrilha, que o amava,
Em litania indagaria:
E Carlos amava quem?
Guardo toda vastidão em mim
Guardo todas as pedras sim.
• Poetisa e cronista de Natal/RN
O poeta será
ResponderExcluirsempre eternizado
em suas palavras e
sentimentos aflorados!
Paz.
Lindo poema e excelente a pergunta feita pela quadrilha: "E Carlos, amava quem?". Pergunta sem resposta, pelos insondáveis mistérios mineiros que esse gênio guardava. Terna homenagem, Evelyne.
ResponderExcluirDrummond assinaria um poema assim com muita alegria de o ter produzido. Não bajulo porque falo o que sinto. Achei muito lindo e eficaz. Parabéns, Evelyne!
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