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Nas nuvens
* Por Núbia Araújo Nonato do Amaral
Vivia a espreitar os deuses. Imaginava-os misturados aos mortais. Via-se num amplo salão dourado desfilando num lindo vestido branco atraindo todos os olhares para si.
Desperta de seus devaneios com o toque de seu homem em seus seios. Ele a chama de deusa, não a força...mas clama.
Repousa-a e devagar abre suas pernas, lambendo-a suavemente. Ela não pensa mais nos deuses, entrega-se com ardor e volúpia, gemendo alto para as estrelas.
Escondidos entre as nuvens, os deuses a espiam, despertos de seu sono eterno.
* Poetisa, contista, cronista e colunista do Literário
* Por Núbia Araújo Nonato do Amaral
Vivia a espreitar os deuses. Imaginava-os misturados aos mortais. Via-se num amplo salão dourado desfilando num lindo vestido branco atraindo todos os olhares para si.
Desperta de seus devaneios com o toque de seu homem em seus seios. Ele a chama de deusa, não a força...mas clama.
Repousa-a e devagar abre suas pernas, lambendo-a suavemente. Ela não pensa mais nos deuses, entrega-se com ardor e volúpia, gemendo alto para as estrelas.
Escondidos entre as nuvens, os deuses a espiam, despertos de seu sono eterno.
* Poetisa, contista, cronista e colunista do Literário
Gostei dessa apologia. Picante, mas delicada e de muito bom gosto. Parabéns.
ResponderExcluirObrigado Pedro, achei que tivesse "perdido a mão".
ResponderExcluirÉ quando os humanos sentem-se quase deuses: no amor e no sexo. Parabéns Núbia, pela facilidade com a qual se comunica nessa seara delicada, onde é tênue a separação entre o erótico e a grosseria.
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