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Das ternuras
* Por Silvana Alves
Hoje tenho a satisfação e a honra de abrir esta minha coluna semanal para reproduzir, abaixo, o excelentre texto de Priscila Rodê, que dispensa comentários:
"E às vezes, também não diga nada porque a vida, de tempo em tempo, mostra a sua cara mais bonita. Num disfarce a gente esquece, finge que aguenta mais um punhado de desvios e ela de longe rebola, nos abençoa com uma chuvarada de encontros, livres das atitudes polidas e bem uniformizadas. Acho que a felicidade também começa aqui: quando o inesperado reconhece, de outras alegrias, o nosso riso. Quando deixamos de ser mais uma demora marcada, mais um compromisso. Quando só nos resta uma palavra para acalmar o mundo e uma memória para lembrar que novo é o dia.
E aí, não há circunstância que possa dar um jeito nesses sentidos lindos quando alguma ternura nos devolve, pra dentro do instante".
* Jornalista formada pela FATEA (Faculdade Integrada Teresa D´Ávila). Duas palavras falam por mim: vida e poesia. Blog http://silvanaalvesjornalista.blogspot.com/
O TEXTO é de autoria de Priscila Rodê do blog MAR INTIMO: http://priscilarode.blogspot.com/
ResponderExcluirPor favor, peço que acrescente o crédito a Priscila Rodê, conforme foi encaminhado por email.
Silvana, interessantes refexões. Não há dúvida sobre a autoria dele, mesmo sem as suas considerações aqui embaixo.
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