Soneto
à doce amada – L
* Por Pedro J. Bondaczuk
Sorri,
sorriu e algo aconteceu
em
nossa vida. Seria amor?
Seria
ilusão? O rubor
coloriu
o seu rosto. E o meu?
Meu
rosto, pelo tempo marcado
com
tantas e fundas cicatrizes
das
muitas batalhas infelizes,
era
o de alguém iluminado!
Abracei-a,
com tanta ternura,
confiante,
forte, vencedor,
sem
medo, mágoa nem amargura!
Daí,
este canto de louvor.
Encerrei
minha ingente procura:
achei
meu único, grande amor!
(Soneto
composto em Campinas, em 16 de setembro de 1965).
*
Jornalista, radialista e escritor. Trabalhou na Rádio Educadora de
Campinas (atual Bandeirantes Campinas), em 1981 e 1982. Foi editor do
Diário do Povo e do Correio Popular onde, entre outras funções,
foi crítico de arte. Em equipe, ganhou o Prêmio Esso de 1997, no
Correio Popular. Autor dos livros “Por uma nova utopia” (ensaios
políticos) e “Quadros de Natal” (contos), além de “Lance
Fatal” (contos), “Cronos & Narciso” (crônicas),
“Antologia” – maio de 1991 a maio de 1996. Publicações da
Academia Campinense de Letras nº 49 (edição comemorativa do 40º
aniversário), página 74 e “Antologia” – maio de 1996 a maio
de 2001. Publicações da Academia Campinense de Letras nº 53,
página 54. Blog “O Escrevinhador” –
http://pedrobondaczuk.blogspot.com. Twitter:@bondaczuk
O maior amor é sempre o atual, assim como a maior dor.
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