Literário:
Um blog que pensa
(Espaço
dedicado ao Jornalismo Literário e à Literatura)
LINHA
DO TEMPO:
Onze anos,
onze
meses
e vinte
e dois dias
de existência.
Leia
nesta edição:
Editorial
– De polêmica em polêmica.
Coluna
Ladeira da Memória – Pedro J. Bondaczuk, crônica, “Bendita
rotina!”..
Coluna
Direto do Arquivo – Eduardo Murta, conto, “Há um pingo de luz no
firmamento”.
Coluna Clássicos – Alphonse
Daudet, conto, “A mula do papa”
Coluna Porta Aberta – José
Ribamar Bessa Freire, artigo, “Uma toada para Marielle, a flor que
fura o asfalto”.
Coluna Porta Aberta – Alberto
Cohen, poema, “Batidas na porta”.
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DESAFIO
E PROPOSTA
Meu
desafio está atrelado à proposta que tenho a fazer. Explico. Diz-se
que a internet dá visibilidade a escritores e facilita negócios. É
isso o que quero conferir. Tenho um novo livro, dos mais oportunos
para um ano como este, de Copa do Mundo de Futebol. Seu título é:
“Copas ganhas e perdidas”. Trata-se de um retrospecto de mundiais
disputados pelo Brasil (que disputou todos, por sinal), mas não sob
o enfoque do profissional de imprensa que sou, mas de um torcedor. É
um livro simultaneamente autobiográfico e histórico, que relata
como e onde acompanhei cada Copa do Mundo, de 1950 a 2014, da minha
infância até meus atuais 75 anos de idade Meu desafio
é motivar alguma editora a publicá-lo, sem que eu precise ir até
ela e nem tenha que contar com algum padrinho, apenas pela internet,
e sem que eu tenha que bancar a edição (já que não tenho recursos
para tal). Insistirei nesta tentativa até que consiga êxito, todos
os dias, sem limite de tempo. Basta que a eventual editora
interessada (e espero que alguma se interesse, pois o produto é de
qualidade) entre em contato comigo no inbox do Facebook ou pelo
e-mail pedrojbk@gmail.com. A
proposta e o desafio estão lançados. Acredito que serei bem
sucedido!!!
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CITAÇÃO
DO DIA:
Dualismo fatal
Quando
achamos nossa vida desagradável ou insatisfatória, tentamos nos
livrar desse incômodo por meio de vários mecanismos de escape
sutis. Com tais tentativas, estamos tratando nossa vida como se
houvesse um mim e uma vida fora de mim. Enquanto tratamos nossa vida
dessa forma, faremos com que todos os nossos esforços se dirijam ao
encontro de algo ou de alguém que cuide de nossa vida por nós.
Podemos procurar um amante, um mestre, uma religião, um centro –
algum lugar, alguém ou alguma coisa que resolva nossa dificuldade
por nós. Enquanto tivermos nossa vida desse modo dualista estaremos
nos enganando e acreditaremos que não é preciso pagar preço algum
por uma vida realizada. Todos partilhamos essa desilusão em graus
variáveis, e isso só nos leva a uma vida de torturas. Conforme
nossa prática prossegue, a decepção passa a ser confrontada e, aos
poucos, vamos entendendo (horror dos horrores) que temos um preço a
pagar pela liberdade. E ninguém, a não ser nós mesmos, poderá
pagá-lo. Quando me dei conta dessa verdade levei dos maiores choques
de toda minha vida. Enfim, um dia compreendi que apenas eu posso
pagar o preço da realização e do percebimento. Ninguém mais,
ninguém mais mesmo, pode fazê-lo por mim. Até que compreendamos
essa dura verdade, continuaremos resistindo à prática. Mesmo depois
de a termos visto, nossa resistência prosseguirá, embora não tão
intensa. É difícil sustentar o conhecimento em sua plena potência.
(Charlotte Joko
Beck, livro “Sempre zen”).
***
Obs.:
Se você for amante de Literatura, gostar de escrever, estiver à
procura de um espaço para mostrar seus textos e quiser participar
deste espaço, encaminhe-nos suas produções (crônicas, poemas,
contos, ensaios etc.). O endereço do editor do Literário é:
pedrojbk@gmail.com.Twitter:
@bondaczuk.As portas sempre estarão abertas para a sua participação.
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