Dilúvio
* Por Eduardo
Pragmácio Filho
Eu
renunciaria meus versos
se
encontrasse uma praia mansa,
onde
pudesse armar uma rede
para
deitar meu pranto.
E,
nesse dia,
beijaria
teu corpo
inteiro,
ansioso,
sob
o dilúvio moreno da pele,
sob
as preces brancas de outrora.
(Do
livro “Oblívio da ilusão”, Editora Imprece – Impressora do Ceará – Edições
Poetária – Fortaleza/CE).
*
Poeta de Fortaleza/CE
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