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Mergulho
* Por Núbia Araújo Nonato do Amaral
Não me venhas chorar pitangas
nem desfilar tuas mazelas.
Abra os olhos, descortine
Mergulhe no encantamento
ao qual se reduz a tua
existência.
Dias negros hão de vir
mas quando se der conta
verás todas as cores
espalhadas pelo chão.
Se apurares os ouvidos
perceberás aqui e ali
os sons de risos
de longos gemidos
e de quebra um adeus
disfarçado de até logo.
* Poetisa, contista, cronista e colunista do Literário
* Por Núbia Araújo Nonato do Amaral
Não me venhas chorar pitangas
nem desfilar tuas mazelas.
Abra os olhos, descortine
Mergulhe no encantamento
ao qual se reduz a tua
existência.
Dias negros hão de vir
mas quando se der conta
verás todas as cores
espalhadas pelo chão.
Se apurares os ouvidos
perceberás aqui e ali
os sons de risos
de longos gemidos
e de quebra um adeus
disfarçado de até logo.
* Poetisa, contista, cronista e colunista do Literário
Poema mimoso e ao mesmo tempo desconcertante,com final surpreendente.
ResponderExcluirDestaco essa lindeza:
"Dias negros hão de vir
mas quando se der conta
verás todas as cores
espalhadas pelo chão".
Também quero essas cores espalhadas no meu solo.
Adorei, Nubia! Que os dias negros passem e que haja cor e alegrias em nossas vidas! Bjo!
ResponderExcluirMara
ResponderExcluirSayonara.
Obrigada pelos comentários. Os dias negros passam
rápidos se teus olhos tem fome.
Beijos nas duas.