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Adeus
* Por Suzana Vargas
Acendo a luz da palavra meu amor
no meio dessa noite
e minha voz ecoa
num corredor de vozes
Não sei expressar, não quero expressar
o que fica por dizer
mais forte que eu mesma
menos finito e quase sempre nunca
Acendo a luz da tua voz
a se perder
na linha telefônica do mundo
prefiro ficar muda a falar pouco
a dizer pouco
a pouco ser
Prefiro
infinitamente nada
e ponho o pé na estrada
* Poetisa gaúcha, radicada no Rio de Janeiro, autora de literatura infantil e ensaísta. Tem 16 livros publicados, entre os quais “Sombras chinesas” , “Caderno de Outono” (indicado ao Prêmio Jabuti) e “O amor é vermelho”.
* Por Suzana Vargas
Acendo a luz da palavra meu amor
no meio dessa noite
e minha voz ecoa
num corredor de vozes
Não sei expressar, não quero expressar
o que fica por dizer
mais forte que eu mesma
menos finito e quase sempre nunca
Acendo a luz da tua voz
a se perder
na linha telefônica do mundo
prefiro ficar muda a falar pouco
a dizer pouco
a pouco ser
Prefiro
infinitamente nada
e ponho o pé na estrada
* Poetisa gaúcha, radicada no Rio de Janeiro, autora de literatura infantil e ensaísta. Tem 16 livros publicados, entre os quais “Sombras chinesas” , “Caderno de Outono” (indicado ao Prêmio Jabuti) e “O amor é vermelho”.
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