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Foices
* Por Alex Polari de Alverga
E fosse o vento
como rajada
fio de foice
rente ao horizonte
cortando espigas e auroras.
E fosse fosco
o vidro que nos separasse
da paisagem
assim semeador
vulto impreciso pelas grades
colher o que?
que fímbria de esperança
que migalhas de posteridade
disputar com os ratos?
• Poeta de João Pessoa (PB), autor dos livros de poesias “Inventário de cicatrizes” e “Camarim de prisioneiro” e do romance “A quadratura do ó”.
* Por Alex Polari de Alverga
E fosse o vento
como rajada
fio de foice
rente ao horizonte
cortando espigas e auroras.
E fosse fosco
o vidro que nos separasse
da paisagem
assim semeador
vulto impreciso pelas grades
colher o que?
que fímbria de esperança
que migalhas de posteridade
disputar com os ratos?
• Poeta de João Pessoa (PB), autor dos livros de poesias “Inventário de cicatrizes” e “Camarim de prisioneiro” e do romance “A quadratura do ó”.
Lindo, Lindo, LINDO!
ResponderExcluirAbraços
quem é o autor da foto?
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