quarta-feira, 16 de junho de 2010




Ele morreu! Ele vive!

* Por Patrick Raymundo de Moraes

O sangue carmesim escorre pelo madeiro.
Ele morreu!
Ele morreu e se fez trevas no coração dos homens.
Ele morreu!
Vai-te depressa contar que Ele morreu!
Não te detenhas em dar a notícia.
Condenado sem pecado, morreu o justo pelo injusto.
Os que de perto o conheciam choram lágrimas fluentes.
Vou consolar os que choram e oferecer minhas lágrimas em tributo.
A primeira noite sem Ele é gemido, dor e lamento.
A segunda noite é silêncio e recordação de momentos e ensinamentos,
mas falta a força e vida aos corações.

Nasce o terceiro dia e, com ele, a esperança!
As mulheres anunciam: Ele vive!
Pedro anuncia: Ele vive!
Dois passantes anunciam: Ele vive e repousou conosco!
Ele vive!
Os sonhos revivem!
A esperança revive!
Ele vive!
Anuncia agora que Ele vive!
Vai mais rápido, alçando as asas do vento e anunciando que Ele vive!
“Morte onde está a tua vitória?”
Todos o viram!
Que alegria, a vida vive novamente!
Ele vive!

• Colaborador do Literário

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