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A casa vazia
* Por Talis Andrade
A casa
- a fachada caiada de branco
imaculado branco -
dorme
tão sossegada
eu esqueço
que se transformou
em um túmulo
(Do livro “Romance do Emparedado”, Editora Livro Rápido – Olinda/PE).
* Jornalista, poeta, professor de Jornalismo e Relações Públicas e bacharel em História. Trabalhou em vários dos grandes jornais do Nordeste, como a sucursal pernambucana do “Diário da Noite”, “Jornal do Comércio” (Recife), “Jornal da Semana” (Recife) e “A República” (Natal). Tem 11 livros publicados, entre os quais o recém-lançado “Cavalos da Miragem” (Editora Livro Rápido).
* Por Talis Andrade
A casa
- a fachada caiada de branco
imaculado branco -
dorme
tão sossegada
eu esqueço
que se transformou
em um túmulo
(Do livro “Romance do Emparedado”, Editora Livro Rápido – Olinda/PE).
* Jornalista, poeta, professor de Jornalismo e Relações Públicas e bacharel em História. Trabalhou em vários dos grandes jornais do Nordeste, como a sucursal pernambucana do “Diário da Noite”, “Jornal do Comércio” (Recife), “Jornal da Semana” (Recife) e “A República” (Natal). Tem 11 livros publicados, entre os quais o recém-lançado “Cavalos da Miragem” (Editora Livro Rápido).
Não gosto de casas vazias e quando
ResponderExcluiras deixo não olho para trás.
Adorei Talis.
Abraços
Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirMuito bem bolado o seu poema, Talis.
ResponderExcluirFiquei curioso para ler o "Romance do Emparedado".
Ouvi contar histórias de pessoas que foram emparedadas vivas. Vários são os antigos sobrados do Recife onde se acredita ainda haver dinheiro enterrado e até esqueletos de gente emparedada, como no romance "A Emparedada da Rua Nova, de Carneiro Vilela.
Abração, poetamigo.