

Suicídio
* Por Aliene Coutinho
Soco em ponta de faca
corte de navalha
sangue que gela...
Penduro minha alma
no varal,
meu corpo em
corda bamba
desequilibra,
cai prédio abaixo,
grito preso na
garganta,
me estatelo
no asfalto
e ainda suspiro
seu nome!
* Jornalista e professora de Telejornalismo
A paixão como espetáculo. Chega a assustar. Não faça nada disso, cara Aliene. Nem vc nem ninguém. De resto, pode continuar, pq sua poesia confessional, em vez de dispersar a criatura na vertigem sem volta, eleva-a. Parabéns.
ResponderExcluiroh... adorei! fique tranquilo, no máximo subiria em um prédio p/ vencer meu medo de altura e tentar voar.obrigada!
ResponderExcluirA dor de um amor desfeito leva muitos de nós a ter pensamentos suicidas. Na semana seguinte, ou seja, no transcorrer do sétimo dia, há uma maior tolerância a dor. Caso isso não acontecesse, haveria bem mais gente atentando contra a própria vida. Sorte nossa que aconteça assim.
ResponderExcluirPoética das melhores. Dá pra ver o vento daqui, o desvão, o suspiro...
ResponderExcluirEduardo.. vc. como diria o Pedro "sentiu" meu poema. Obrigada!
ResponderExcluirForte !
ResponderExcluirNa veia, Aliene.
Na veia....
Belo poema, Aliene!Muito forte.
ResponderExcluirBeijos